Na porta aberta de incontáveis medos
descansa um tapete roto e a companhia muda.
II
Para ler a poesia muda
basta ouvir em silêncio
o grito surdo que evoca a prece.
III
No pulsar do pandeiro
que em meu peito vive
serenamente desfez-se a foz do pranto.
Aloha! Namastê! Sawabona!




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