18 Janeiro 2007

O Som

E quando o som não se cala
interiorizando a dor
que emperra no peito.
E quando o som silencia
num nada absoluto
tão imortalmente nada,
que um vácuo aperta
o pensamento sem
uma ínfima resistência
nem que seja só
pra verter um pingo
entre a viva e a fúnebre
... lágrima...

Aloha! Namastê! Sawabona!

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