Essa carne que cobre a minha essência,
descaradamente impura e febril,
fez aliança com meus pensamentos,
criou vontade - nada pueril.
Onde poderei encontrar cura
Pra essa agonia que me devora?
Nunca antes, fui tão insegura.
O eu deverei fazer agora?
Vejo teu corpo, sinto teu cheiro,
deduzo a maciez de seus lábios.
Meus sentidos, presos por inteiro.
Dou voz à razão, o que ela me diz?
- Deixe de sonhar com o impossível,
dê vida ao sonho de quem sempre te quiz!
Aloha! Namastê! Sawabona!
19 Janeiro 2007
Assinar:
Postar comentários (Atom)




0 comentários:
Postar um comentário